Samuel William “Bill” Hinzman, o zumbi nº 1 de “A noite dos mortos vivos”, morreu no domingo

Samuel William Hinzman morreu de câncer na noite de domingo dia 5, aos 75 anos. O ator ficou conhecido como o ‘zumbi nº 1′ no clássico absoluto de filmes de zumbis do mestre George Romero ”Night of the Living Dead (A noite dos mortos vivos)“ de 1968. Esse papel lhe rendeu a admiração de fãs do cinema de terror. Quem informou a agência de notícia Reuters foi sua filha Heidi Hinzman. Ele faleceu em sua casa em Darlington, Pensilvânia.

“A noite dos mortos vivos” levou crédito por ter revolucionado o gênero de histórias de zumbis. Hinzman era assistente de cinegrafista no filme mas acabou participando como ator na sequência de abertura interpretando o primeiro zumbi a aparecer no filme. Ele aparece no cemitério e ataca um casal de irmãos, bate a cabeça do homem contra uma lápide e persegue a mulher pelo campo até que ela entra em uma casa. O ator também dirigiu e estrelou os filmes de terror “The Majorettes” e “FleshEater” noa anos 1980.

O ator desejava ser cremado: “Ele sempre brincava comigo que se fosse enterrado, voltaria”, disse sua filha à agência de notícias.

Que Hinzman descanse em paz.

Assista famosa a sequência de Hinzman.

Sequência de abertura de A Noite dos Mortos Vivos

Fonte: G1

Nothing but a movie

Animação inspirada no conto The Colonel’s Son, escrito por Roberto Bolaño e publicado na edição de Horror da revista Granta. O video foi feito por Owen Freeman e web designers do Jocabola. Para assistir, basta clicar na imagem abaixo.

Como matar um zumbi (de acordo com a primeira temporada de The Walking Dead)


(clique na imagem para ampliá-la)

Fonte: G1

Loja tenta vender ferramentas contra ataques de zumbis

Para aumentar as vendas, uma loja de ferragens em Omaha, no estado de Nebraska (EUA), explora o Halloween (Dia das Bruxas), que é comemorado no dia 31 de outubro, para promover suas ferramentas. Um anúncio da loja destaca que os utensílios podem ser usados contra ataques de zumbis e traz conselhos sobre como deixar sua casa à prova de mortos-vivos.

Fonte: G1

economizando com o porco zumbi

Sabe um jeito bem seguro de guardar suas economias? Não, não é cofre com senha ou deixar no banco. É guardar no cofre zumbi. Ninguém terá coragem de meter a mão para roubar suas moedinhas e arriscar levar uma mordida do  Zombie Piggy Bank e transformar-se em zumbi também.

Zombie Piggy Bank

Zombie Piggy Bank

Zombie Piggy Bank

Gostou? Eu sim. Se quiser um desses é só ir na loja online Etsy pelo vendedor UndeadEd e comprar por US$ 35. Um tanto caro, mas para amantes dos mortos vivos é uma compra interessante. Mas cuidado, não deixe ele escapar, ou um apocalipse zumbi pode ameaçar a validade do dinheiro economizado.

via Rock’n'tech

Livro – Morgan: O único

Morgan: O únicoMorgan: O único é o livro de estréia de Douglas Eralldo. Morgan, o protagonista, é um zumbi que conta sua história. Ele narra como foi se transformar em zumbi e como foi encontrar a pequena cidade (que fica claro ser do Rio Grande do Sul) em que vivia e tudo que aconteceu depois de ter levantado da própria tumba. Uma ideia interessante e o maior mérito do livro, e apesar de não ser o primeiro defunto a narrar sua história na literatura nacional, é o primeiro a narrar os post morten (pelo que tenho conhecimento). Morgan é um zumbi diferente, aliás, bastante diferentes dos zumbis a que estamos habituados.

Morgan tem consciência do que é e do que faz. Ele consegue pensar e articular estratégias tanto para encontrar sua cidade, quanto para fugir ou procurar certas pessoas. No entanto, o próprio Morgan/narrador afirma o tempo todo como os zumbis são burros e não pensam: ele tem cérebro, ao passo que os zumbis criados por ele ao se deliciar com o cérebro alheio não o tem, apesar do clichê de filme de comédia sobre zumbis, faria sentido se ele não se incluísse entre os zumbis com falta de uma inteligência mínima. O que acaba tirando muito da credibilidade da própria narração. Se o autor suprimisse essas passagens acredito que esse problema estaria resolvido.

No entanto, as reflexões de Morgan conseguem ser bastante pertinentes em muitas passagens do livro, mostrando uma reflexão sobre o mundo em que vivia. Muitas delas dedicadas à paixão de infância, uma jovem que, descrita fisicamente em demasia, some em determinado ponto e ficamos sem saber o que ocorreu com ela. Talvez o mistério seja interessante, mas fato é que o sumiço pareceu uma falha no texto e não uma questão de estilo ou parte da trama.

Apesar do assunto que me fascina, eu não apreciei o livro como gostaria. Como fã de zumbis, achei a história mal contada, sem motivação e sem a adrenalina típica das histórias de mortos-vivos. Além da percepção de gosto pessoal, acredito que faltou revisão no texto, não de gramática ou ortografia, mas da própria construção textual. A obra possui incoerências e erros de continuidade (como a descrição e uso dos dentes do personagem que muda conforme a situação em que Morgan se encontra) que prejudicaram a narrativa e a suspensão da realidade necessária para prender o leitor na história. E a inserção de algumas passagens foi totalmente desnecessária e mais atrapalhou do que ajudou no texto de Eralldo, como por exemplo uma explanação sobre o motivo de não gostar de horário de verão jogada no meio do texto. Apesar de prometer uma história muito bacana, não convence devido a falta de concretude em alguns pontos da narrativa.

Eu entendo que é o primeiro livro do autor e ressalto a originalidade e a potencialidade dele, mas acho que faltou maturar um pouco mais a ideia e o próprio texto.

Morgan: O único
Autor: Douglas Eralldo
Editora Literata
Skoob
Páginas: 160
Ano: 2011

Publicado em: trecos&trapos

Chinelo Pé de Zumbi

via Garotas Nerds.

Zombies Infect Lego City

Eu amo lego, quando criança eu tinha um jogo dos coloridos e ainda guardo um todo cor de rosa que montava uma linda casinha de bonecas. Mas o tempo passou e os interesses mudaram e hoje os legos são cheios de conjuntos diferentes, de Star Wars a Harry Potter. E tem ainda aquelas pessoas criativas e cheia de habilidades manuais que criam diversas coisas, de cenários a curta-metragens, usando os famosos pinos lego.

E se misturar lego com zumbi temos uma combinação épica! E foi o que o Tomjoetwins fez. Ele fez uma animação na qual uma infecção se espalha em uma Lego City e os zumbis se multiplicam de forma desenfreada. Lego City sobreviverá? Assista Zombies Infect Lego City.

Fan teaser da 2ª temporada de The Walking Dead

Um teaser muito bacana, mas de acordo com Robert Kirkman e o produtor Gale Anne Hurd não é um teaser real da série.


Link Direto

A ciência de sobreviver a um ataque zumbi

A possibilidade de um ataque zumbi ocorrer é insinuada por muitos. A necessidade de estar preparado para isso é quase unanimidade. Muitos guias de sobrevivência são confeccionados e espalhados pela rede mundial de computadores. E para estar bem preparado. No infográfico abaixo algumas dicas importantes para sair na frente dos zumbis na luta pela sobrevivência.